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O maior desafio na ergonomia é convencer o cliente de que qualidade de vida é um investimento

A maior dificuldade para os empresários do setor é convencer os gestores de recursos humanos de que os serviços prestados não são gastos, mas sim investimentos.

O desafio é mostrar que, no longo prazo, o contratante pode economizar com possíveis afastamentos gerados por doenças ocupacionais. “O empreendedor tem de ser um vendedor, acreditar no trabalho realizado e passar confiança. O maior argumento é ele mesmo”, diz.

Apesar da forte concorrência no segmento, ainda há espaço para novos negócios no mercado. O tratamento ao cliente, em muitos casos, já pode ser um diferencial. “A parte técnica é igual para todos. O campo de atuação é restrito ao espaço da empresa.”

Negócio em casa é simples de abrir e também tem credibilidade
Por serem serviços prestados na sede do contratante, negócios na área de bem-estar podem ser iniciados em escritórios adaptados na casa do próprio empreendedor.

Segundo o consultor do Sebrae-SP, serviço de apoio à micro e pequena empresa, Reinaldo Messias, manter a empresa dentro de casa não tira a credibilidade do negócio, desde que o empreendedor tenha conhecimento da parte técnica e gerencial.

“O recém-formado vai ter mais dificuldade para entrar no mercado. Quem já trabalhou na área, tem mais experiência e conquistou bons contatos por onde passou, tem mais chances de ter sucesso.”

À medida em que a empresa cresce, é importante investir em um ponto comercial para ganhar visibilidade. Para Messias, o melhor momento para sair de casa é quando o empreendedor não consegue dar conta da demanda sozinho.

“Sempre que ele deixar de atender um cliente por não dar conta da quantidade de trabalho é hora de expandir o negócio e trazer gente para a equipe. Colocar outras pessoas dentro da própria casa é complicado, por isso é hora de sair”, diz.

Fonte: Uol

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