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Fisioterapia Domiciliar para pessoas com AVC

AVC (“Derrame”)

O que é:
O “Derrame” como é chamado popularmente, ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou Encefálico (AVE) é uma alteração nos vasos sanguíneos ocorrida na região do cérebro (Encéfalo). Esta alteração pode ser isquêmica, por redução ou interrupção do fluxo sanguíneo, ou então pode ser hemorrágica, que neste caso é causada por um rompimento de um vaso, causando sangramento no cérebro.

O AVC possui causas variadas como hipertensão, mal formação arteriovenosa, tromboembolia dentre outras. É caracterizado por perda neurológica de rápida instalação, e o diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, permitindo assim se identificar a área afetada.
 
O Brasil e o AVC
O Acidente Vascular Cerebral é a principal causa de morte entre as doenças cerebrovasculares, com mais de 70.000 óbitos registrados em 2008, e a principal causa de incapacidade no Mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2009 o Sistema único de Saúde registrou quase 170.000 internações por AVC.

Em Outubro de 2010 foi publicado pelo Ministério da Saúde um Protocolo Clínico para Tratamento Agudo do Acidente vascular Cerebral Isquêmico, o qual pode ser acessado por este link:

 

Quais os sintomas de um AVC?
Dentre os sintomas mais comuns estão:
Fraqueza: Início repentino de fraqueza no braço e/ou perna é o sintoma mais comum;
Alterações visuais: Perda aguda da visão de um olho, ou a sensação de ter uma cortina nos olhos;
Perda da sensibilidade: A dormência ocorre geralmente em associação com a fraqueza;
Alteração da fala: Alguns pacientes apresentam dificuldade em realizar frases, ou então têm uma fluência boa, porém estruturam frases sem nenhum sentido;
Convulsões: Quando ocorre um inchaço (edema) cerebral muito grande após um AVC (geralmente hemorrágico), pode se chegar a convulsões e até o coma.

Porque fazer Fisioterapia?
A fisioterapia para pacientes com AVC é de extrema importância. Desde os primeiros dias até muitos anos depois existem objetivos e ganhos para se conquistar.
Tanto para as pessoas que tiveram o AVC recentemente, quanto àquelas que tiveram há muito tempo, deve-se realizar uma avaliação para que suas dificuldades e potencialidades sejam identificadas.

Por exemplo, para pacientes que acabaram de ter um AVC, talvez na avaliação se encontre uma flacidez em músculos do ombro e uma possível luxação de ombro. Nestes casos nosso papel é realizar exercícios e orientar posicionamentos e mobilizações que reduzam essa dor e não deixe que ocorra a imobilização e posterior redução da mobilidade deste ombro.

Já para pacientes com um quadro mais leve, ou que tiveram um AVC há um pouco mais de tempo, é importante avaliar a marcha e funções mais complexas como subir e descer rampas / escadas, além de atividades de vida diária e utilização de órteses que auxiliem em sua reabilitação.

Ou seja, é muito importante que seja feita uma avaliação para que se encontre quais são os principais objetivos com cada um, e assim que a terapia traga uma retorno funcional para os pacientes.

Nada de fazer só alongamento! É muito importante lembrar que o Fisioterapeuta tem que ter INTERESSE pelo paciente, para que a terapia traga mais resultados em um intervalo de tempo menor!
 
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